O ministro da Casa Civil, Rui Costa, explicou que sua visita a Belém teve como objetivo “desconstruir uma narrativa, inclusive internacionalmente” sobre uma suposta escassez de leitos

Em Belém, a preparação para a Conderência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30) avança com a confirmação de 180 delegações e mais de 49 mil credenciamentos. A vice-governadora Hana Ghassan Tuma e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, destacaram em coletiva de imprensa que os investimentos de R$ 1 bilhão são um legado para a cidade, com obras em saneamento, macrodrenagem e mobilidade urbana. A estrutura para o evento já está com 99% das obras concluídas, incluindo as áreas da Zona Azul e Zona Verde no Parque da Cidade.
Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (24), no Parque da Cidade, em Belém, a vice-governadora e presidente do Comitê Estadual da conferência, Hana Ghassan Tuma, anunciou que já há 180 delegações confirmadas e mais de 49 mil credenciamentos para a COP 30. O evento contou também com a presença do ministro da Casa Civil, Rui Costa, que esteve na capital paraense entre terça (23) e quarta (24) para acompanhar a estrutura e os preparativos da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, marcada para novembro. Ao lado de Rui Costa e do prefeito de Belém, Igor Normando, Hana destacou que os investimentos ultrapassam R$ 1 bilhão e frisou que foram planejados para deixar um legado duradouro.
Ministro aponta preços abusivos de hospedagem e soluções jurídicas
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, explicou que sua visita a Belém teve como objetivo “desconstruir uma narrativa, inclusive internacionalmente” sobre uma suposta escassez de leitos para a COP 30. Ele afirmou que há imóveis de excelente qualidade, com preços compatíveis ao padrão internacional, disponíveis para aluguel. No entanto, destacou que alguns empreendimentos hoteleiros praticam valores abusivos, e que medidas legais serão discutidas ainda nesta semana para corrigir a situação.
Segundo Rui Costa, já foram realizadas reuniões com a Advocacia-Geral da União (AGU) para buscar soluções jurídicas. Ele ressaltou que a ação não ficará limitada apenas a casos de ocupação irregular de prédios públicos ou uso de financiamento público, podendo se estender, no âmbito do direito do consumidor, a qualquer empreendimento que pratique preços considerados excessivos. O ministro garantiu que haverá tentativa de acordo com os estabelecimentos, mas que a Justiça será acionada se não houver entendimento.








