A Executiva Municipal do Sinsepeap informou que, se o prazo não for cumprido, os professores voltarão a se reunir em assembleia para decidir nova paralisação

Depois de dois dias de paralisação, os professores efetivos da rede pública municipal e a Prefeitura de Macapá se reuniram nesta sexta-feira. A categoria aceitou o pedido do município e fixou um novo prazo de 30 dias para que a gestão do prefeito Antônio Furlan (MDB) apresente a versão final do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) da Educação, principal reivindicação dos docentes.
A Executiva Municipal do Sinsepeap (Sindicato dos Servidores Públicos em Educação do Amapá) informou que, se o prazo não for cumprido, os professores voltarão a se reunir em assembleia para decidir nova paralisação. “Estamos reivindicando datas e cronograma para as demandas da categoria, considerando que a gestão apenas publicou a homologação do estágio probatório — e depois da assembleia”, afirmou a vice-presidente da Executiva Municipal do Sinsepeap, professora Cleiziane Miranda da Silva.
Segundo o sindicato, muitos servidores, sobretudo os mais antigos, estão com a carreira congelada, sem conseguir avançar nas progressões.
Outras pautas cobradas ao município
- Devolução de descontos indevidos em folha ainda não restituídos;
- Implementação do plano de progressão funcional;
- Definição de prazos e etapas para execução do PCCR.
Próximos passos
- Prefeitura: apresentar, em até 30 dias, a versão final do PCCR e o cronograma de implementação;
- Categoria: acompanhar o cumprimento do acordo e deliberar em assembleia caso o compromisso não seja atendido.
A reportagem permanece à disposição para publicar cronograma oficial e posicionamento da Prefeitura sobre PCCR, restituições e progressões.








