É o que mostra a terceira edição do Irbes (Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade), levantamento realizado pelo IBPT

Entre as 27 unidas da federação o estado do Amapá ocupa 11° lugar no ranking nacional de retorno dos impostos em qualidade de vida, ou seja, em setores como saúde e educação.
É o que mostra a terceira edição do Irbes (Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade), levantamento realizado pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação). O estudo avalia o desempenho dos 26 estados e do DF com base em dados de 2022.
Com carga de apenas 3,68%, o Distrito Federal atingiu o maior Irbes: 182,33 pontos. Também estão no topo do ranking São Paulo (176,29), Rio de Janeiro (176,07), Sanat Catarina (172,44) e Rioa Garnde do Sul (172,11). Todos fazem parte das regiões Sudeste, Sul ou Centro-Oeste —as mais ricas do país.
Entre os últimos colocados estão, em sua maioria, estados do Norte e Nordeste. O Maranhão aparece na 27ª posição, com Irbes de 162,08, apesar de ter carga tributária de 9,03% —mais do que o dobro da registrada pelo DF. Pará, Alagoas, Bahia e Paraíba completam a lista dos cinco piores desempenhos.
Já o Amapá, com 167,26 pontos ocupa a facha intermediária do ranking nacional, a frente de estados como Rio Grande do Norte (166,74), Tocantins (166,19), Mato Grosso do Sul (166,74), Piauí (164,18), Pernambuco (164,0) e Amazonas (163,58).
A pesquisa leva em conta exclusivamente os tributos arrecadados pelos estados —sem incluir repasses federais. Os dados foram obtidos junto ao IBGE, Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) e PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), todos com ano-base 2022. O Irbes é uma somatória ponderada entre carga tributária (com peso de 15%) e IDH (com peso de 85%). Quanto maior o índice, melhor o retorno à sociedade.








