A Bloko CP e a Bloko Urbanismo atuam no loteamento imobiliário nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Amapá

Entre as suspeitas de irregularidades cometidas pelo Banco Master, o Banco Central (BC) relaciona um conjunto de 36 empresas como tomadoras de supostos empréstimos fictícios, que teriam permitido o desvio de R$ 11,5 bilhões em recursos por meio de fundos de investimento.
Entre as 36 empresas investigadas estão a Bloko CP e a Bloko Urbanismo, que atuam no loteamento imobiliário, com projetos distribuídos nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Amapá.
Procurada para se manifestar sobre o caso, a empresa disse ao jornal Valor Econômico que recebeu com estranhamento a notícia de que a Bloko está citada em investigações por fraudes no mercado de capitais ligadas ao Banco Master.
“A Bloko é uma empresa que atua no loteamento imobiliário, conta com 29 (vinte e nove) projetos distribuídos nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Amapá e já entregou 20.251 (vinte mil duzentos e cinquenta e um) lotes a seus clientes. As captações de recursos da empresa são operações habituais no setor imobiliário e utilizadas de acordo com o avanço das obras. O capital ainda não disponibilizado nos loteamentos é alocado em fundos diversos, a critério do investidor, até sua utilização nos projetos. Reforçamos que a conduta da Bloko sempre se pautou pela boa-fé e pelo estrito cumprimento de seus deveres legais e contratuais, de acordo com a legislação vigente”, declarou a empresa.
Boa parte das empresas é do setor de construção civil, com constituição recente e capitalização pequena, em alguns casos inferior a R$ 1 mil. Há também algumas de maior porte, em setores como alimentos, hotelaria e importação e exportação. Em determinados casos, há sócios em comum.
Segundo as investigações, em geral, são empresas de pequeno porte que tomavam empréstimos de centenas de milhões de reais e depois aportavam em fundos geridos pela Reag.








