Equatorial pede prorrogação de plano de universalização no Amapá

O plano atual prevê o atendimento de 4.539 famílias entre 2024 e 2025

A proposta da Equatorial considera a execução das obras com recursos do Programa Luz para Todos
A proposta da Equatorial considera a execução das obras com recursos do Programa Luz para Todos

Equatorial Energia solicitou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a homologação de um novo plano de universalização rural no estado do Amapá, com extensão de prazo até 2030.

O plano atual prevê o atendimento de 4.539 famílias entre 2024 e 2025. No entanto, a distribuidora identificou 4.918 potenciais ligações adicionais, refletindo o aumento dos investimentos no estado e a implantação de projetos estruturantes em regiões distantes dos grandes centros.

Esse movimento ganha força com a recente autorização para a Petrobras perfurar na bacia da Foz do Amazonas, na costa do estado, o que deve atrair novos moradores e profissionais para atuar nos municípios de Macapá, Oiapoque, Santana, Calçoene e Itaubal.

Segundo a Equatorial, esse novo ciclo de desenvolvimento transforma o Amapá em uma das principais fronteiras de crescimento do país, com impactos diretos sobre a dinâmica demográfica e socioeconômica da região.

Para atender às cerca de 4.918 ligações necessárias à universalização do acesso à energia elétrica no estado, a empresa estima investimento aproximado de R$117 milhões (US$21,9 mi), incluindo 876,6km de rede em dois municípios.

A distribuidora argumenta que, sem a prorrogação dos prazos estabelecidos pelo atual plano de universalização, haveria necessidade de aplicar os recursos em curto prazo, o que causaria impactos tarifários.

A proposta da Equatorial considera a execução das obras com recursos do Programa Luz para Todos (PLPT), sendo 90% provenientes da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), a título de subvenção econômica, e 10% de recursos próprios.

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