Parecer da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) indica que as fortes correntes da costa do Amapá contribuíram para os vazamentos que levaram à suspensão da perfuração do polêmico poço da Petrobras na região.

O incidente paralisou a perfuração no início de janeiro . Para retomar a atividade, a estatal terá que cumprir algumas condicionantes de segurança impostas pela ANP.
Procurada, a Petrobras afirmou que “atua em linha com as melhores práticas da indústria e dentro de rigorosos padrões de segurança operacional”. “Todos os equipamentos e sistemas utilizados nas operações são devidamente certificados e atendem integralmente aos requisitos de segurança”, disse, em nota.
Os vazamentos de fluido de perfuração ocorreram em duas tubulações flexíveis conhecidas como “risers”, que ligam a plataforma ao fundo do mar. Foram detectados pela Petrobras em atividade preparatória ao início da fase quatro do poço.
Os vazamentos de fluido de perfuração ocorreram em duas tubulações flexíveis conhecidas como “risers”, que ligam a plataforma ao fundo do mar. Foram detectados pela Petrobras em atividade preparatória ao início da fase quatro do poço.
A Petrobras chegou a perfurar 95 poços na bacia, que teve seu pico de exploração na década de 1970. Destes, 31 foram abandonados por dificuldades operacionais. Na última tentativa, em 2011, por exemplo, a Petrobras suspendeu a perfuração devido a fortes correntezas.








