Entre 2022 e 2024, o estado ampliou de 55,38% para 64,56% as pessoas nas classes de maior renda, conforme aponta estudo da FGV

O Amapá registrou um aumento de 9,18 pontos percentuais das classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos), entre 2022 e 2024. A população nestas faixas de renda passou de 55,38% para 64,56% no estado, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Para especialistas as medidas que o Estado vêm adotado desde o início da gestão para impulsionar o desenvolvimento econômico e social foram determinantes para esse resiltado. o Governo do Amapá efetivou diversas ações estratégicas em 2025, como o fortalecimento das políticas de atração de investimentos e a posição firme de defesa e apoio ao setor de óleo e gás, que resultou na obtenção da licença para pesquisa na Margem Equatorial.
Dados do Novo Caged, referentes a novembro de 2025, confirmam a trajetória positiva do mercado de trabalho, com crescimento contínuo da geração de empregos formais em todo o estado.
Somente em novembro, o Amapá registrou 3.910 admissões e 3.534 desligamentos, alcançando saldo positivo de 376 novos postos de trabalho. O resultado reforça a efetividade das políticas públicas voltadas ao fortalecimento da economia e à valorização da mão de obra local.
No acumulado de 2025, o estado contabiliza 50.456 admissões e 41.620 desligamentos, gerando um saldo de 8.836 empregos formais, com crescimento de 9,26%, um dos maiores percentuais do país. Já no recorte dos últimos 12 meses (dezembro de 2024 a novembro de 2025), foram 53.412 admissões e 45.492 desligamentos, resultando em saldo positivo de 7.920 vagas e variação de 8,22%.
Em termos nacionais, o estudo da FGV indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período.
INTEGRAÇÃO – A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas e programas de acesso à educação e ao crédito.
Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda. “A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, explicou.
Fonte: Com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e Governo do Amapá








