Professores da Prefeitura de Macapá paralisam em protesto às “promessas vazias” de Furlan

A greve tem o objetivo de pressionar o prefeito de Macapá, Antônio Furlan (MDB), a apresentar uma resposta a uma série de reivindicações dos trabalhadores

Teve início hoje a paralisação dos professores efetivos da rede pública de ensino do município de Macapá. A greve de dois dias tem o objetivo de pressionar o prefeito de Macapá, Antônio Furlan (MDB), a apresentar uma resposta aos trabalhadores sobre uma série de reivindicações.

A paralisação, conduzida pela Executiva Municipal do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação do Estado do Amapá (Sinsepeap), cobra do prefeito respostas e soluções quanto à efetivação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), aos descontos indevidos em folha de pagamento — ainda não restituídos — e ao plano de progressão funcional.

“Estamos reivindicando datas para a resolução das demandas da categoria, haja vista que a gestão somente publicou a homologação do estágio probatório e ainda após o período da assembleia”, afirma a vice-presidente da Executiva Municipal de Macapá do Sinsepeap, professora Cleiziane Miranda da Silva.

Segundo a dirigente sindical, o Sinsepeap reivindica a definição de prazos para resolver as demandas da categoria, uma vez que a gestão apenas publicou a homologação do estágio probatório — e depois da assembleia. “O ano está acabando e, se esses prazos não forem estabelecidos, as promessas cairão no vazio, principalmente pelo fato de o ano que vem ser ano eleitoral”, entende Miranda.

De acordo com o Sinsepeap, muitos servidores, sobretudo os mais antigos, estão com a carreira congelada, sem poder avançar nas progressões.

Segundo o sindicato, os dias 16 e 17 serão de paralisação de advertência; porém, caso a gestão do prefeito Furlan não se manifeste nesse período, a greve poderá ocorrer por tempo indeterminado.

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