Senador comemora nova conquista para ex-servidores do ex-território do Amapá e promete publicação de ata com novos contemplados

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo Lula no Senado Federal, anunciou uma importante vitória para os servidores do Grupo 992, composto por ex-funcionários do extinto Território Federal do Amapá. Segundo o parlamentar, o grupo será reintegrado ao quadro da União, garantindo o retorno ao serviço público federal e o reconhecimento de vínculos históricos com a administração da época territorial.
Reparação histórica e valorização do trabalho
Em vídeo publicado nas redes sociais, Randolfe destacou o significado da conquista.
“É mais uma luta histórica que vencemos juntos, reconhecendo a contribuição de cada trabalhador que ajudou a construir o Amapá que temos hoje”, afirmou o senador.
O líder do governo ressaltou que o retorno do Grupo 992 é resultado de anos de mobilização e diálogo com o Palácio do Planalto, integrando o conjunto de ações voltadas à transposição dos servidores dos ex-territórios federais — um processo que já beneficiou milhares de trabalhadores do Amapá, Rondônia e Roraima.
Nova ata será publicada
Randolfe também anunciou a publicação de uma nova ata com os nomes dos contemplados na próxima etapa de inclusão.
“Parabéns, pessoal! Logo, logo teremos uma nova Ata com muitos de vocês contemplados!”, declarou o senador, em tom de celebração.
Avanço no processo de transposição
A medida representa mais um avanço na política de reconhecimento e valorização dos servidores que contribuíram para a formação administrativa e social do Amapá desde o período em que o estado ainda era território federal.
A regularização desses vínculos permite não apenas o acesso a direitos previdenciários e funcionais, mas também simboliza uma reparação histórica às famílias que dedicaram décadas de serviço público em condições muitas vezes precárias.
Com a promessa da nova ata, a expectativa entre os servidores cresce. Para muitos, o retorno ao quadro da União significa não apenas estabilidade e justiça funcional, mas também o resgate de uma parte essencial da memória do serviço público amapaense.








