A iniciativa evita que toneladas de açaí sejam desperdiçadas, reduzindo perdas milionárias para as cooperativas e mantendo empregos

O senador Randolfe Rodrigues (PT/AP), líder do governo no Senado, anunciou nesta semana uma conquista considerada estratégica para a economia e a agricultura familiar do Amapá: a inclusão do açaí produzido no estado no Plano Emergencial do Governo Federal.
A medida foi instituída por meio de Medida Provisória com o objetivo de apoiar empresas brasileiras impactadas pelo tarifaço imposto pelo governo Trump aos produtos de exportação. Com articulação direta de Randolfe junto à Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o açaí que seria destinado ao mercado norte-americano será agora adquirido pelo governo e incluído na merenda escolar da rede pública de ensino.
Proteção ao produtor e à economia local
Randolfe comemorou a decisão em vídeo publicado nas redes sociais. O parlamentar destacou que a ação representa uma forma concreta de proteger os agricultores amapaenses e impedir que o setor fosse duramente atingido pelo embargo norte-americano.
“Graças à nossa articulação e diálogo constante com os empreendedores, vamos proteger a produção de açaí no Amapá através do Plano Emergencial do Governo Federal, assegurando que nenhum agricultor seja penalizado pelo tarifaço norte-americano”, afirmou o senador.
A iniciativa evita que toneladas de açaí sejam desperdiçadas, reduzindo perdas milionárias para as cooperativas e mantendo empregos de centenas de trabalhadores que atuam no beneficiamento da fruta, um dos principais produtos da economia local.

Açaí na merenda escolar
Além de representar um alívio imediato aos produtores, a inclusão do açaí na merenda escolar também é vista como um avanço nutricional. O fruto, símbolo da Amazônia e reconhecido internacionalmente por suas propriedades energéticas e antioxidantes, passará a fazer parte da alimentação de milhares de crianças da rede pública, reforçando a política de segurança alimentar do governo.
Repercussão positiva no Amapá
A medida foi recebida com entusiasmo por agricultores e empreendedores do setor, que temiam demissões em massa e colapso no escoamento da produção.








