Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) emite no nota em apoio a procuradora

A entidade “repudia categoricamente as tentativas de constranger e intimidar membros do Ministério Público’

Na nota ANPR declara que “atuação da Procuradora tem sido pautada por sua independência e autonomia funcional

Diante da ação ajuizada pelo promotor de justiça João Paulo de Oliveira Furlan contra a procuradora do Ministério Público Eleitoral, Sarah Cavalcanti, a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) manifestou seu integral apoio à Procuradora Regional Eleitoral

Sarah foi alvo de uma exceção de suspeição que lhe foi oposta no Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, pelo promotor de justiça João Furlan rejeitada liminarmente pela decisão de 26 de janeiro de 2026.

Na ação, o promotor sustentou que a procuradora teria mantido relacionamento afetivo pretérito com o delegado da Polícia Federal responsável pela condução do inquérito que embasou a denúncia contra o prefeito de Macapá Antônio Furlan e o promotor, rmão do prefeito.

Na nota ANPR declara que “atuação da Procuradora tem sido pautada por sua independência e autonomia funcional, conforme reafirmado pela decisão judicial que rejeitou a tentativa infundada de questionar sua imparcialidade”.

A entidade “repudia categoricamente as tentativas de constranger e intimidar membros do Ministério Público mediante a exploração indevida de aspectos de sua vida privada. Tal estratégia compromete a independência funcional essencial ao exercício legítimo da atuação ministerial e fere princípios constitucionais fundamentais.”

LEIA A NOTA

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) vem manifestar seu integral apoio à Procuradora Regional Eleitoral Sarah Teresa Cavalcanti de Britto diante de questionamentos dirigidos à sua atuação funcional, notadamente em relação à exceção de suspeição que lhe foi oposta no Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, rejeitada liminarmente pela decisão de 26 de janeiro de 2026.

A atuação da Procuradora tem sido pautada por sua independência e autonomia funcional, conforme reafirmado pela decisão judicial que rejeitou a tentativa infundada de questionar sua imparcialidade.

A ANPR repudia categoricamente as tentativas de constranger e intimidar membros do Ministério Público mediante a exploração indevida de aspectos de sua vida privada. Tal estratégia compromete a independência funcional essencial ao exercício legítimo da atuação ministerial e fere princípios constitucionais fundamentais.

O Ministério Público só cumpre adequadamente sua missão institucional quando livre de pressões que busquem manipular sua atuação pela exposição ou constrangimento de seus integrantes.

A ANPR reafirma sua solidariedade à Procuradora e permanece comprometida com a defesa da independência e da dignidade de todos os seus membros.

COMPARTILHE!

Comentários:

Notícias Relacionadas

error: Conteúdo protegido!!