
A juíza Luciana Barros de Camargo, da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Laranjal do Jari, manteve a prisão de Lucas Souza Nonato (foto), acusado de matar o policial civil Mayson Viana de Freitas.
De acordo com as investigações, no dia 22 de agosto de 2025, os agentes cumpriam um mandado de prisão contra o assassino, que reagiu mesmo estando dentro da delegacia.
Lucas Nonato lutou com os policiais e conseguiu pegar a arma de um deles e fez os disparos que mataram Mayson de Freitas. Em seguida, o criminoso invadiu uma residência e manteve uma mulher e uma criança em cárcere privado. Lucas liberou os reféns e se entregou à polícia no dia seguinte.

Ao avaliar a necessidade de manter a prisão preventiva de Lucas Souza Nonato, a juíza considerou o acentuado grau de periculosidade do acusado. Destacou a violência extrema com uso de arma de fogo, ataque a agentes de segurança pública e exposição de criança a risco real de morte.
“A custódia cautelar permanece necessária para garantia da ordem pública, diante da clara demonstração de que a liberdade do acusado representa risco concreto à coletividade, bem como para assegurar a aplicação da lei penal”, declarou a juíza ao manter a prisão do assassino.
A custódia cautelar permanece necessária para garantia da ordem pública, diante da clara demonstração de que a liberdade do acusado representa risco concreto à coletividade, bem como para assegurar a aplicação da lei penal”
A decisão do dia 06 de fevereiro descreve, ainda, que até o momento não há fato novo que possa justificar a soltura ou a aplicação de medidas cautelares a Lucas Nonato, diante das condutas e do histórico de violência.

Mayson era conhecido por ser um profissional dedicado e respeitado pelos colegas. De acordo com relatos, ele vivia uma fase especial na vida pessoal e aguardava o nascimento do primeiro filho com a esposa, que estava grávida.
A morte do policial causou comoção entre familiares, amigos, colegas de trabalho e moradores da cidade.








