A verde e rosa homenageou o líder amapaense Raimundo dos Santos Souza, o Mestre Sacaca

Na avaliação do jornal Folha de São Paulo a a Mangueira foi a escola que mais impactou a Sapucaí, com destaque para o acabamento das fantasias. “A verde e rosa fez várias paradinhas e marcou a avenida com cores vibrantes na divisão das alas para homenagear o líder amapaense Raimundo dos Santos Souza, o Mestre Sacaca, apresentado como o Xamã Babalaô que protege a amazônia Negra” descreve o texto.
O enredo percorreu os chamados cinco encantos: iniciou com rituais indígenas do Turé, atravessou rios tucujus conectando povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, celebrou a medicina ancestral com ervas e curas, destacou manifestações culturais do Amapá como Marabaixo e Batuque culminando na Missa dos Quilombos, e finalizou com Sacaca se transformando na natureza, reafirmando seu papel como guardião da amazônia negra.
O carro intitulado “Engarrafa a Cura, Vem Alumiar” levou cheiros de ervas medicinais à Sapucaí e exaltou Mestre Sacaca como o “doutor da floresta”. A alegoria destacou suas garrafadas medicinais homenageando parteiras e mulheres beneficiadas por seus remédios, com referência ao apelido espiritual, o “preto velho do Amapá”.








