Se o resultado da APO for considerado positivo pelo Ibama e a licença for emitida, a Petrobras tem condições de começar “imediatamente” a perfuração do bloco

A Petrobras e o Ibama chegaram a uma data para a realização da Avaliação Pré-Operacional (APO) para a licença de perfuração do poço exploratório da Margem Equatorial no litoral no Amapá, na bacia da Foz do Amazonas.
A reunião entre a Petrobras e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), nesta terça-feira (12), foi encerrada com o agendamento de uma data para a avaliação pré-operacional na Margem Equatorial.
Inicialmente, a estatal e o órgão ambiental realizarão um exercício de simulação de vazamento de petróleo na bacia, que deve durar de três a quatro dias. A data para a avaliação pré-operacional deve ser no próximo dia 24, caso as simulações ocorram sem intercorrências, segundo a diretora de Exploração e Produção da estatal, Sylvia dos Anjos.
Segundo ela, que falou com jornalistas após participar do evento S&P Global Commodity Insights, a data deve ser divulgada nos próximos dias. “Estamos muito mais perto do que antes. Estou otimista”, disse Anjos.
A APO é a última etapa antes da licença para a perfuração de um poço na Bacia da Foz do Amazonas, no Amapá. Nesse aspecto, explicou, a sonda que será utilizada na APO e na perfuração está em Belém e assim que for liberada deve chegar na locação em dois dias. A APO deve durar de três a quatro dias, estimou Anjos.
Se o resultado da APO for considerado positivo pelo Ibama e a licença for emitida, a Petrobras tem condições de começar “imediatamente” a perfuração do bloco FZA-M-59.








