
O prefeito de Macapá, Dr. Furlan, teve que adiar a assinatura da ordem de serviço para as obras do Canal do Beirol. Ano passado, ele chegou a anunciar em uma rádio local que as obras iriam iniciar em meados de janeiro. Mas a licitação que começou no dia 28 de novembro de 2025, foi se arrastando até o cancelamento, em 8 de janeiro de 2026.

De acordo com a Ata da Concorrência Pública, a banca de julgamento já tinha aprovado a única proposta, que foi apresentada pelo Consórcio Canal Beirol, formado pelas empresas DP Barros Pavimentação e Construção, G C Construtora e Carrera Miguel Construções, quando os valores apresentados foram questionados.
O pregoeiro Sérgio da Silva Pimentel, solicitou que o Consórcio que já tinha sido aprovado, fizesse a redução do preço ofertado, já os valores apresentados estavam acima do que foi orçado pela prefeitura de Macapá para a obra: R$ 100 milhões.
Antes de registrar em ata a resposta do Consórcio, o pregoeiro anunciou o cancelamento do certame, alegando a “necessidade de revisar e atualizar os projetos de engenharia, especialmente para readequação de quantitativos de serviços e de preços unitários, com o objetivo de assegurar a consistência das peças técnicas e a adequação dos custos”. O cancelamento foi determinado pelo presidente da Cipemac, José Elia Rigamonti, órgão da prefeitura responsável pela licitação.
O prazo previsto para a conclusão é de 24 meses, a contar da emissão da ordem de serviço. Além do projeto executivo, a empresa vencedora ficará responsável pelas obras de macrodrenagem, infraestrutura viária e execução e pontes sobre o canal. Os recursos são federais disponibilizados por meio de convênio com o Ministério das Cidades.
Uma nova licitação foi lançada pela Cipemac com previsão de ser realizada no dia 18 de março de 2026, no horário de Brasília.








