
O juiz Diego Moura de Araújo, da 1ª Vara Criminal de Macapá, manteve a prisão preventiva de Raylander Gama Pantoja, apontado como assassino do policial penal Wildison Pantoja, crime ocorrido no dia quatro de janeiro.
No pedido de revogação da prisão, a defesa alegou que Raylander está internado desde o dia do crime por ter sido ferido na troca de tiros com a vítima e que não vem recebendo tratamento adequado, por isso, precisaria de atendimento médico fora do presídio.
Na decisão o juiz declara que estado tem condições e estrutura para cuidar da saúde do criminoso com tratamento especializado, não havendo necessidade de soltura nesse momento.

O magistrado também ressaltou a gravidade do crime e a periculosidade de Raylander, por se tratar de roubo com a morte de um policial penal.
“Trata-se da apuração de crime hediondo, cometido com extrema violência contra agente de segurança pública, tendo o requerente protagonizado cenário de terror em via pública ao simular um sequestro para evitar a ação policial”.
Trata-se da apuração de crime hediondo, cometido com extrema violência contra agente de segurança pública, tendo o requerente protagonizado cenário de terror em via pública ao simular um sequestro para evitar a ação policial”
Raylander já é réu em outra ação penal que tramita no Tribunal do Júri de Macapá por homicídio cometido em 2018.
“Tal cenário revela risco real à ordem pública, especialmente porque a prisão cautelar também se destina a evitar a reiteração delitiva e resguardar o meio social”, concluiu.
O caso
De acordo com as investigações, o criminoso tentou assaltar um mercantil no bairro buritizal que pertencia ao policial penal. Wildison reagiu e foi morto a tiros.
Após os disparos, o Raylander tentou fugir, mas acabou sendo encurralado por moradores e policiais. Na tentativa de escapar, ele fez uma mulher como refém, mas acabou preso.
No dia seguinte, a polícia informou que a mulher tida como refém, na verdade era comparsa do bandido.








