Governador rebate acusações de prefeito afastado e cobra explicações sobre investigações da PF

Clécio Luís subiu o tom e desafiou o prefeito a usar a mesma disposição que tem para gravar vídeos de acusação para explicar fatos específicos apurados pelas autoridades

O governador lembrou que esta já é a quinta vez que a PF realiza operações na residência do prefeito

Em um vídeo recente, o governador do Amapá, Clécio Luís, manifestou-se de forma incisiva contra as declarações do prefeito afastado de Macapá, Antônio Furlan. O governador refutou a tese de perseguição política e detalhou os motivos da presença policial em áreas frequentadas pelo ex-gestor, além de listar escândalos de corrupção que recaem sobre o prefeito.


Clécio negou que a vida de Furlan ou de sua família estivesse em risco por conta de um agente da Polícia Militar. De acordo com o governador, o policial em questão estava realizando um trabalho de equipe precursora, um protocolo padrão de segurança que faz o levantamento de áreas onde o chefe do Executivo estadual pode vir a cumprir agenda.

“Ele estava trabalhando… Toda vez que vai ter um evento e que o governador pode ir ou não, vai uma equipe fazer toda a precursora, todo o levantamento da área” afirmou Clécio no vídeo postado nas redes sociais.

Críticas à postura de “vítima”

O governador destacou o que chamou de padrão de comportamento do prefeito afastado. “Sempre que a Polícia Federal (PF) descobre irregularidades, Furlan grava vídeos alegando ser alvo de perseguição de adversários” disse Clácio. O governador lembrou que esta já é a quinta vez que a PF realiza operações na residência do prefeito.

Cobrança por Transparência e Fatos

Ao final da fala, Clécio Luís subiu o tom e desafiou o prefeito a usar a mesma disposição que tem para gravar vídeos de acusação para explicar fatos específicos apurados pelas autoridades.

A mochila de R$ 400 mil: O governador questionou a origem do dinheiro em espécie encontrado com o motorista de Furlan, dentro de seu próprio carro.

Desvios milionários: Clécio cobrou explicações sobre o suposto desvio de mais de R$ 3 milhões que teriam sido destinados a empresas pertencentes à família do prefeito.


Para o governador, a população do Amapá merece respostas claras sobre esses episódios, em vez de narrativas de perseguição política.

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