Macapá aparece entre as piores capitais em acesso à saúde no Brasil, aponta ranking nacional

Levantamento do CLP mostra capital amapaense entre os últimos colocados, enquanto cidades do Sul e Sudeste lideram indicadores de qualidade e eficiência

O dado reforça um cenário já percebido pela população

A capital do Amapá, Macapá, aparece entre as últimas colocadas no quesito acesso à saúde entre as capitais brasileiras, segundo o Ranking de Competitividade dos Municípios 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP).

O levantamento, que utiliza dados oficiais para avaliar a eficiência da gestão pública, evidencia um cenário de forte desigualdade regional, com capitais do Sul e Sudeste concentrando os melhores índices.

Capitais do Sul e Sudeste lideram

De acordo com o ranking, as cidades com melhor desempenho em saúde são Florianópolis, Porto Alegre e São Paulo. Essas capitais se destacam em indicadores como acesso a serviços de saúde, infraestrutura hospitalar e eficiência da gestão pública

Macapá entre os piores desempenhos

Na outra ponta do ranking, Macapá figura ao lado de capitais como Salvador e Boa Vista entre as piores colocações no acesso à saúde.

O dado reforça um cenário já percebido pela população: dificuldades estruturais no atendimento, limitações na rede pública e desafios históricos na oferta de serviços básicos.

Unidade Básica de Saúde Álvaro Correa, no bairro São Lázaro — Foto: Graziela Miranda

Entenda o ranking

O estudo do CLP avalia os municípios com base em critérios técnicos, incluindo acesso à saúde, infraestrutura, eficiência da gestão e indicadores oficiais de desempenho. O objetivo é oferecer um “raio-x” da capacidade administrativa das cidades brasileiras.

 Leitura crítica

A presença de Macapá entre as piores capitais no acesso à saúde não é um dado isolado, mas sim reflexo de problemas estruturais acumulados ao longo dos anos.

Na prática, isso se traduz em filas prolongadas, faculdade de acesso a consultas e exames e sobrecarga nas unidades de saúde.

O ranking reforça a necessidade de políticas públicas mais eficazes e investimentos direcionados, especialmente em regiões historicamente negligenciadas.

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