Moradores de Kulumbu do Patuazinho divulgaram vídeo pedindo socorro às autoridades. Segundo os relatos, o fogo continua avançando sobre a vegetação e ameaça a segurança das famílias e a preservação do território quilombola

Moradores da comunidade quilombola Kulumbu do Patuazinho, localizada no município de Oiapoque, no norte do Amapá, denunciam que enfrentam há quatro dias um incêndio que continua fora de controle. Segundo relatos divulgados nas redes sociais pelo portal Oiapoque na Mídia, os próprios moradores estão tentando conter o avanço das chamas.
A situação foi denunciada por integrantes da comunidade em um vídeo divulgado nas redes sociais, no qual fazem um apelo por ajuda e relatam dificuldades para conseguir atendimento.
De acordo com os moradores, apesar da gravidade da situação, as equipes de combate a incêndios ainda não teriam chegado ao local para prestar assistência.
O fogo continua avançando pela vegetação, provocando preocupação com a segurança das famílias, os possíveis danos ambientais e a preservação do território tradicionalmente ocupado pela comunidade quilombola.
Moradores relatam dificuldades para conseguir ajuda
Segundo a publicação do Oiapoque na Mídia, os moradores enfrentam uma situação de desgaste e insegurança após quatro dias de tentativas de controlar o incêndio.

Sem equipamentos adequados e apoio especializado, integrantes da comunidade estariam tentando impedir que as chamas avancem sobre áreas utilizadas pelas famílias.
No vídeo divulgado nas redes sociais, os moradores pedem a mobilização urgente dos órgãos públicos para evitar que o incêndio provoque consequências ainda mais graves.
Até o momento, não há informações oficiais sobre a extensão da área atingida, a origem do incêndio ou a existência de pessoas feridas.
Também não foi possível confirmar, de forma independente, se houve acionamento formal do Corpo de Bombeiros e quais providências teriam sido adotadas.
Comunidade pede intervenção urgente das autoridades
Diante da situação, os moradores de Kulumbu do Patuazinho solicitam a presença de equipes especializadas para controlar o incêndio e proteger as famílias.
O atendimento pode exigir uma ação integrada do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá, da Defesa Civil e dos órgãos ambientais competentes, conforme a localização e as características da área atingida.
O caso chama atenção para as dificuldades enfrentadas por comunidades tradicionais localizadas em regiões mais afastadas dos centros urbanos, onde as condições de acesso podem dificultar o atendimento de emergências.








