O impacto desse cenário já aparece na corrida ao governo

Levantamento do instituto Veritas Pesquisas revela que 66% dos entrevistados aprovam a gestão do governo de Clécio Luís. Embora a gestão tenha aprovação majoritária entre os entrevistados, os dados mostram que a percepção positiva ainda convive com um alto índice de avaliações medianas, indicando um governo que não enfrenta rejeição expressiva.
Aprovação é maioria, mas não é unanimidade
De acordo com os dados da pesquisa, 66% dos entrevistados aprovam a forma de administrar do governador, enquanto 31% desaprovam e 3% não souberam opinar .
O número consolida Clécio como um gestor com base sólida de apoio popular, especialmente considerando o cenário político polarizado no estado.
Avaliação
Quando a análise se aprofunda na qualidade da gestão, o cenário muda de tom.
Segundo o levantamento:
- 18% avaliam como ótimo
- 29% como bom
- 38% como regular
- 6% como ruim
- 9% como péssimo
O dado mais significativo é o percentual de 38% que classificam o governo como “regular”, tornando essa a avaliação predominante entre os eleitores.
Na prática, isso indica que, embora o governo não enfrente rejeição massiva, precisa atuar para conseguir consolidar uma imagem de excelência administrativa.
Entre a aprovação e a falta de entusiasmo
A leitura política dos números aponta para um cenário claro: Clécio Luís tem aprovação, mas não tem hegemonia.
A soma de avaliações negativas (ruim + péssimo) chega a 15%, enquanto o bloco positivo (ótimo + bom) atinge 47%.
Reflexos diretos na disputa eleitoral
O impacto desse cenário já aparece na corrida ao governo.
Na pesquisa espontânea, Clécio aparece com 26% das intenções de voto, atrás do ex-prefeito de Macapá, Dr. Furlan, que soma 38% .
No cenário estimulado, a diferença aumenta:
- Furlan: 55%
- Clécio: 39%
Os números sugerem que, apesar de aprovado, o governador ainda não conseguiu converter avaliação positiva em liderança eleitoral.
O desafio de sair do “regular”
O principal desafio de Clécio Luís, a partir desses números, é claro: transformar aprovação em entusiasmo. Sem isso, o risco é manter uma base que apoia — mas não mobiliza.








