
Um mês após a inauguração, o Centro de Radioterapia do Amapá já está salvando vidas. Nesta sexta-feira (9) o governador Clécio Luís acompanhou a alta médica do primeiro paciente da unidade, João Pantoja, de 73 anos, natural de Afuá (PA), que esteve acompanhado pela esposa e pelas duas filhas durante todo o período de tratamento, e encerrou uma batalha de seis anos contra o câncer.
“O João vai sair daqui, voltar para casa, ser abraçado pela família e receber a visita dos amigos. Isso é curar e cuidar da saúde das pessoas com amor, com um tratamento que muita gente esperou e que antes não existia, mas que agora é uma realidade. Como governador, eu não negociei nada em relação à saúde pública e, como ser humano, isso é uma realização, porque conheço as histórias de quem, até pouco tempo, só podia fazer esse tratamento fora do estado”, destacou Clécio Luís.
“O João vai sair daqui, voltar para casa, ser abraçado pela família e receber a visita dos amigos. Isso é curar e cuidar da saúde das pessoas com amor, com um tratamento que muita gente esperou e que antes não existia, mas que agora é uma realidade. Como governador, eu não negociei nada em relação à saúde pública e, como ser humano, isso é uma realização, porque conheço as histórias de quem, até pouco tempo, só podia fazer esse tratamento fora do estado”
Clécio reforçou que, além da tecnologia e da estrutura completa, o acolhimento humano tem sido parte fundamental do tratamento, ressaltando que o cuidado, o sorriso e o abraço ajudam a tranquilizar pacientes que chegam cheios de medo e incertezas sobre os procedimentos.

João Pantoja agradeceu o suporte médico e profissional ofertado no centro, e evidenciou a importância de ter realizado todo o tratamento perto da família, sem a necessidade de sair do estado. Para ele, estar ao lado de quem ama foi essencial para enfrentar o período de cuidados e fortalecer a caminhada até a alta médica.
“A emoção é muito grande. Não dá para imaginar o quanto eu estou feliz por estar vencendo essa batalha tão triste, que é uma doença muito perigosa. Graças a Deus, estou me sentindo cada vez melhor. Aqui fui muito bem tratado e não tenho nada do que me queixar”, afirmou João.








