Festival do Abacaxi atraí público e movimenta município de Porto Grande

O evento é considerado patrimônio cultural imaterial do Amapá

A 31ª edição do Festival do Abacaxi iniciou em grande estilo na sexta-feira, 3, no município de Porto Grande, a 110 quilômetros de Macapá. O tradicional evento, que celebra a força da agricultura familiar e a diversidade cultural do Amapá, encerra neste domingo após três dias de programação intensa no balneário da cidade, reunindo milhares de visitantes de diversas regiões do estado.

O evento é considerado patrimônio cultural imaterial do Amapá, proporcionando uma programação repleta de atrações musicais, concursos e atividades que valorizam a economia e a identidade local.

“Esse festival representa muito mais do que uma festa. É uma celebração da nossa identidade, da agricultura familiar e da força do nosso povo. Estamos aqui com toda uma estrutura para receber os visitantes e apoiar os empreendedores locais”, afirmou a secretária de Estado do Turismo, Syntia Lamarão.

Na primeira noite, o público acompanhou a eleição da Rainha do Festival do Abacaxi 2025, além de grandes shows nacionais que animaram o palco principal, com apresentações de Marcynho Sensação, Renato & Thiago e Banda Os Brothers.

“O Festival do Abacaxi é o maior símbolo da nossa produção agrícola. Somos os maiores produtores de abacaxi do Amapá. É um orgulho para Porto Grande ver esse reconhecimento estadual e nacional”, destacou o prefeito Elielson Moraes.

Empreendedora Flávia Sousa aproveita a visibilidade do evento para comercializar produtos derivados do abacaxi
Empreendedora Flávia Sousa aproveita a visibilidade do evento para comercializar produtos derivados do abacaxi

A edição deste ano conta com a participação de mais de 200 empreendedores locais. Uma das participantes é Flávia Sousa, que aproveita a visibilidade do evento para comercializar produtos derivados do abacaxi, como geleias, compotas, bolos e sucos naturais.

“É no Festival do Abacaxi que a gente mostra a qualidade do que é feito aqui, direto da roça para a mesa do consumidor. Quando as pessoas provam e gostam, elas voltam a comprar depois. É um investimento no nosso futuro como empreendedores locais”, ressaltou a empreendedora.

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