Amapá participa de oficina do Conass para fortalecer regulação do SUS na Região Norte

Estado íntegra encontro realizado em Belém ao lado de Pará e Amazonas para discutir estratégias que tornem o acesso aos serviços de saúde mais ágil e eficiente


O Amapá participa, em Belém (PA), de uma oficina promovida pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) para discutir o fortalecimento da política de regulação do Sistema Único de Saúde (SUS). 

O encontro reúne gestores e equipes técnicas do Amapá, Pará e Amazonas com o objetivo de alinhar estratégias para aprimorar o acesso da população a consultas, exames, internações e demais serviços especializados de saúde.

A programação faz parte da implementação da nova Política Nacional de Regulação do SUS, atualizada pela Portaria GM/MS nº 9.262/2025. 

Durante a oficina, os participantes debatem mecanismos para tornar a regulação mais eficiente, transparente e integrada entre os estados, considerando os desafios específicos da Região Norte, como grandes distâncias geográficas, dificuldades logísticas e desigualdade na oferta de serviços especializados.

Representando o Amapá, a secretária adjunta de Atenção à Saúde, Macelir Kobayashi, destacou as dificuldades logísticas enfrentadas pelo estado e a importância da cooperação regional. 

“Pela primeira vez, reunimos os estados desta região para discutir a regulação de forma integrada. O Amapá possui características muito específicas, com acesso apenas por avião ou barco, o que torna a assistência mais complexa e mais cara”, explicou.

A gestora também ressaltou a parceria histórica entre Amapá e Pará na assistência à população. “O Pará é o estado que mais nos apoia quando precisamos de serviços especializados. Em contrapartida, também acolhemos pacientes paraenses em diversos serviços de saúde. Essa troca fortalece toda a região Norte”, afirmou.

A iniciativa busca fortalecer a capacidade dos estados de organizar o acesso dos usuários aos serviços de saúde, promovendo melhor aplicação dos recursos públicos e reduzindo desigualdades no atendimento.

Ao longo da programação, são apresentadas experiências desenvolvidas pelos estados, discutidos desafios comuns e compartilhadas propostas para aperfeiçoar os fluxos de atendimento e fortalecer a integração entre as redes estaduais de saúde.

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