Reportagem do Valor Econômico aponta que candidatura presidencial do ex-governador de Goiás enfrenta falta de apoio de parte dos governadores do partido

A candidatura presidencial de Ronaldo Caiado (PSD) enfrenta dificuldades para consolidar apoio dentro do próprio partido. Segundo reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico, diversos governadores da legenda optaram por apoiar outros presidenciáveis ou manter posições independentes na disputa de 2026. Apesar desse cenário, Caiado terá palanque eleitoral no Amapá.
De acordo com o levantamento, a estratégia nacional do PSD esbarra na autonomia dos diretórios estaduais e nas alianças regionais construídas pelos governadores da sigla. Em vários estados, lideranças do partido apoiam candidaturas presidenciais diferentes da oficializada pela legenda, reduzindo a capilaridade da campanha de Caiado.
No Amapá, porém, o cenário é distinto
O candidato ao Governo do Estado Antônio Furlan (PSD) integra o mesmo partido de Caiado e deve servir como principal referência da campanha presidencial do ex-governador goiano em território amapaense. A composição coloca o Amapá entre os estados onde o presidenciável terá um palanque estruturado durante a disputa eleitoral.
A situação evidencia um contraste entre a realidade local e a nacional. Enquanto em estados de grande peso eleitoral parte dos governadores do PSD evita vinculação direta à candidatura presidencial do partido, no Amapá a presença de Furlan fortalece a estratégia de Caiado de ampliar sua presença na Região Norte.
Caiado tenta se consolidar como alternativa
Oficializado candidato à Presidência pelo PSD durante convenção nacional realizada no fim de julho, Caiado tenta se consolidar como alternativa ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao campo liderado por Flávio Bolsonaro (PL).
A reportagem do Valor destaca que a falta de alinhamento entre os governadores do PSD representa um dos principais desafios da campanha de Caiado.








