O grupo também teria utilizado familiares como interpostas e pessoas para registrar empresas

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amapá (FICCO/AP), em atuação conjunta com unidades da Polícia Civil do Amapá, deflagrou, nesta quinta-feira (6/8), a Operação Usufruto Proibido, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela prática de roubos majorados e lavagem de dinheiro. Durante a ação, foram cumpridos 5 mandados de prisão preventiva e 20 de busca e apreensão.
As investigações indicam que valores provenientes de roubos praticados na região metropolitana de Macapá, especialmente de joias em ouro, teriam sido utilizados para financiar estabelecimentos comerciais.
O grupo também teria utilizado familiares como interpostas e pessoas para registrar empresas e ocultar bens móveis e imóveis.
Participaram da operação a FICCO/AP, a Delegacia Especializada em Crimes Contra o Patrimônio (DECCP/PCAP), a Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio de Santana (DCCP/Santana/AP), a Divisão de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO/CECCOR/PCAP), o Núcleo de Operações e Inteligência (NOI/PCAP), a Divisão de Recuperação de Ativos (DRA/CECCOR/PCAP), a Divisão Especial de Repressão à Corrupção (DECOR/CECCOR/PCAP), a Coordenadoria Especial de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (CECCOR/PCAP), a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCAP), a Polícia Penal/IAPEN e o Batalhão de Operações Especiais/Canil da Polícia Militar do Amapá.
A FICCO/AP é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Militar do Amapá, pela Polícia Civil do Amapá, pelo Instituto de Administração Penitenciária do Amapá e pela Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública do Amapá.








