“Um dos maiores orgulhos” de sua vida pública, diz Alcolumbre sobre o primeiro Centro de Radioterapia do Amapá

Projeto articulado por Davi Alcolumbre e pelo Governo do Estado do Amapá contou com parceria do Ministério da Saúde; unidade atenderá até mil pacientes por mês

Inaugurado nesta sexta-feira (5), em Macapá, o seu primeiro Centro de Radioterapia do Amapá, uma entrega histórica para pacientes oncológicos e para a rede pública de saúde. A unidade, aguardada há décadas, foi viabilizada a partir da articulação do senador Davi Alcolumbre (União-AP) junto aos governos estadual e federal, e terá capacidade para realizar mais de mil sessões mensais.

Com a condução política de Alcolumbre, o Ministério da Saúde executou a obra, licitou e contratou serviços e destinou recursos para construção e aquisição de equipamentos de alta tecnologia, no âmbito do Plano de Expansão da Radioterapia do SUS (PER-SUS). O investimento total ultrapassou R$ 31 milhões.

Recursos e emendas parlamentares apresentados pelo senador garantiram o salto tecnológico da unidade, viabilizando a compra de aceleradores lineares e equipamentos de braquiterapia -tecnologias decisivas para ampliar a eficácia dos tratamentos contra o câncer, reduzindo danos a tecidos saudáveis e aumentando as chances de cura.

“É um sonho que se realiza para milhares de famílias”, diz Alcolumbre

Davi afirmou que a entrega do centro é “uma das maiores emoções” de sua trajetória pública.“Este centro não é apenas infraestrutura. É a realização de um sonho e a chance de famílias inteiras voltarem a fazer planos, sabendo que contam com um ambiente seguro, equipado e preparado para acolhê-las”, disse.

O senador também destacou o impacto social da unidade: “Por muitos anos, pacientes precisaram viajar longas distâncias para tratar o câncer e muitos interrompiam o tratamento por não conseguir permanecer fora de casa. Isso acabou. Trabalhamos muito e, agora, o Amapá tem seu próprio Centro de Radioterapia.”

“Por muitos anos, pacientes precisaram viajar longas distâncias para tratar o câncer e muitos interrompiam o tratamento por não conseguir permanecer fora de casa. Isso acabou. Trabalhamos muito e, agora, o Amapá tem seu próprio Centro de Radioterapia.”

Padilha destaca parceria e agradece atuação do Amapá e de Davi

Presente na inauguração, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a unidade marca “um divisor de águas” na história da saúde pública do estado. “Este é o penúltimo estado brasileiro a implantar o serviço de radioterapia, um marco estruturante, aguardado há décadas pelos pacientes e pela rede pública. Quero agradecer a parceria constante do governo do Amapá e do senador Davi, que foram fundamentais para concretizar essa obra”, afirmou o ministro. Padilha ressaltou ainda que a expansão da radioterapia no país “é prioridade e compromisso permanente” da pasta.

Governo do Amapá garantiu implementação e funcionamento

Responsável na implantação da unidade, o Governo do Amapá mobilizou diversas áreas para assegurar as etapas de instalação, funcionamento e integração do serviço à rede estadual.

O governador Clécio Luís afirmou que a inauguração representa “justiça histórica para o povo amapaense” e ressaltou o esforço do governo para tirar a obra do papel. “O Amapá esperou décadas por isso. Hoje, pacientes que tinham que sair do estado finalmente vão poder se tratar perto de casa. Nosso governo assumiu a responsabilidade de garantir estrutura, profissionais e funcionamento desse serviço, porque saúde não pode ser promessa, tem que ser entrega”, disse.

“O Amapá esperou décadas por isso. Hoje, pacientes que tinham que sair do estado finalmente vão poder se tratar perto de casa. Nosso governo assumiu a responsabilidade de garantir estrutura, profissionais e funcionamento desse serviço, porque saúde não pode ser promessa, tem que ser entrega”

A equipe técnica foi treinada pelo Hospital de Amor, referência nacional e internacional em oncologia.

De acordo com a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia do Amapá (Unacon), o estado tem hoje 7.187 pacientes em tratamento, com estimativa de 880 novos casos por ano.

Para Henrique Prata, presidente do Hospital de Amor, a unidade “transforma o futuro do atendimento oncológico no estado”. “Estamos falando de uma verdadeira revolução na saúde. Não faz sentido um paciente oncológico se tratar longe de casa. Isso aqui salva vidas e devolve dignidade.”

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