Porto de Santana registra crescimento recorde no escoamento de soja

O terminal portuário registrou um aumento de 64,2% na movimentação total de soja

O desempenho de 2025 também reflete a expansão da logística regional e o papel crescente dos portos amazônicos
O desempenho de 2025 também reflete a expansão da logística regional e o papel crescente dos portos amazônicos

O Porto de Santana consolidou em 2025 um avanço expressivo no escoamento de soja, reforçando sua importância estratégica como corredor logístico do agronegócio brasileiro, especialmente para a produção de grãos destinada aos mercados nacional e internacional.

Operado pela Companhia Docas de Santana (CDSA), o terminal portuário registrou um aumento de 64,2% na movimentação total de soja em comparação com o ano anterior, considerando tanto a navegação de longo curso — realizada por navios — quanto a navegação interior, por meio de barcaças

Dados de movimentação e desempenho logístico

Segundo o balanço de 2025, o Porto de Santana recebeu 553 mil toneladas de soja em grãos, valor 66,8% superior ao volume registrado em 2024, na medição exclusiva de soybeans descarregados no terminal sob gestão da CDSA.

A alta é vista como reflexo de melhorias na capacidade operacional do porto e do contínuo aprimoramento dos processos logísticos, que têm permitido ao terminal atender uma demanda crescente pela exportação de grãos e pela integração eficiente com as cadeias produtivas agrícolas nacionais.

Protagonismo amazônico no comércio agrícola

Especialistas e autoridades portuárias destacam que o crescimento no escoamento de soja pelo Porto de Santana está alinhado com uma tendência mais ampla de fortalecimento dos portos do Arco Norte, que vêm conquistando participação significativa no escoamento de grãos brasileiros, em parte devido à sua posição geográfica e às conexões multimodais de transporte.

O desempenho de 2025 também reflete a expansão da logística regional e o papel crescente dos portos amazônicos na redução de distâncias até mercados externos, especialmente na Europa e na Ásia, além de fortalecer a economia do Amapá e de outros estados da região Norte.

Fonte: Canal Rural

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