A Operação Zona Cinzenta, com o objetivo de apurar possíveis irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (5/2), a Operação Zona Cinzenta, com o objetivo de apurar possíveis irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá (RPPS/AP).
Policiais federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara de Justiça Federal, no município de Macapá.
A investigação examina a aprovação e a execução de investimentos realizados pela autarquia estadual responsável pela gestão do RPPS/AP em Letras Financeiras emitidas por banco privado.
Estão sendo investigados os crimes de gestão temerária e de gestão fraudulenta.
A ação da PF mira o diretor-president da Amprev, Jocildo Silva Lemos, além de dois membros do comitê de investimentos: Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves.
Em janeiro, o Governo do Amapá afirmou que a Amprev mantém situação financeira “sólida e segura”.
Isso, de acordo com a gestão estadual, garante o pagamento das cerca de 6.000 aposentadorias e pensões sob responsabilidade da autarquia, com equilíbrio projetado até 2059.
“Nesse contexto, o investimento de R$ 400 milhões no Banco Master representa apenas 4,7% do patrimônio total da Amprev, sem qualquer risco à sustentabilidade do regime”.
Ainda de acordo com o governo, o fundo obteve autorização judicial para reter valores referentes a empréstimos consignados que seriam repassados ao banco.








