
Gestantes e recém-nascidos de Santana (AP) contarão com reforço na assistência à saúde com a construção de uma nova maternidade no município.
No município de Santana, neste domingo (01), às 11h, será iniciada à obra da nova maternidade, empreendimento viabilizado por meio do Novo Plano de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), eixo Saúde, a partir da articulação do senador Randolfe Rodrigues junto ao Governo Federal. A execução da obra é de responsabilidade do Governo do Amapá.
“Estamos garantindo um investimento histórico para a saúde das mulheres do Amapá. A nova maternidade de Santana é resultado de muito diálogo com o Governo Federal e compromisso com a redução da mortalidade materna e neonatal. É uma estrutura moderna, equipada e voltada ao atendimento humanizado, que vai salvar vidas e dar mais dignidade às famílias amapaenses”, destacou o senador Randolfe.
Com investimento federal de R$ 103 milhões, sendo R$ 50 milhões destinados às obras e R$ 53 milhões para equipamentos, a nova maternidade vai ampliar a capacidade de atendimento à gestante, à puérpera e ao recém-nascido, fortalecendo a rede de atenção materno-infantil na região.
A assinatura da ordem de serviço marca o início formal da execução da obra, após a conclusão das etapas preparatórias, como licitação e aprovação dos projetos. Com isso, a empresa contratada está autorizada a iniciar os trabalhos.

A maternidade de Santana será classificada como Porte I. A estrutura terá capacidade para atender cerca de 3 mil gestantes por ano, ofertando assistência de média e alta complexidade à gestante, à puérpera e ao recém-nascido, com centro de parto normal intra-hospitalar, centro cirúrgico obstétrico, UTI neonatal, unidade de cuidados intermediários, banco de leite, diagnóstico por imagem e espaços voltados ao atendimento humanizado, inclusive para mulheres em situação de violência.
Ampliação da assistência materno-infantil
Em Santana, a maternidade será uma unidade de porte I, com cerca de 8,2 mil metros quadrados e capacidade para até 100 leitos.
A estrutura permitirá o atendimento de gestantes e recém-nascidos, incluindo casos de maior complexidade, ampliando o acesso regional à assistência obstétrica e neonatal.
A maternidade deve beneficiar especialmente usuárias do SUS, com atendimento que inclui pré-natal, parto e cuidados no pós-parto.
Macapá
Em Macapá, será construída uma maternidade Porte II, com investimento de R$ 153 milhões, sendo R$ 60 milhões para obras e R$ 93 milhões para equipamentos, com capacidade estimada de atendimento a 5 mil gestantes por ano. As duas unidades integram o conjunto de 36 maternidades que serão implantadas em 21 estados, com investimento nacional de R$ 4,76 bilhões, beneficiando mais de 26 milhões de mulheres em todo o país.








