A operação unifica a atuação de órgãos estaduais e municipais para acelerar o fluxo de informações e centralizar a tomada de decisões

O Governo do Amapá e a Prefeitura de Santana oficializaram um Plano de Resposta Emergencial para amparar as famílias atingidas pelo incêndio de grandes proporções na Baixada do Ambrósio, ocorrido nesta segunda-feira, 24.
O plano estabelece uma força-tarefa integrada para garantir socorro imediato, segurança e assistência social contínua aos moradores que perderam seus bens na área de ressaca.
Coordenada pelo Comitê de Respostas Rápidas, a operação unifica a atuação de órgãos estaduais e municipais para acelerar o fluxo de informações e centralizar a tomada de decisões no município.
Socorro imediato e isolamento da área
A primeira fase do plano concentrou-se no combate direto às chamas e na contenção de novos riscos. Equipes do Corpo de Bombeiros (CBM/AP) trabalharam no controle do fogo e no rescaldo das estruturas de madeira afetadas.
Simultaneamente, a Defesa Civil Estadual assumiu o monitoramento da ocorrência e a avaliação técnica dos riscos estruturais na área. O perímetro segue sob monitoramento para orientar os moradores quanto à segurança e evitar acidentes nos escombros.
Cadastramento e assistência social
Com o fogo controlado, a prioridade máxima passou a ser o acolhimento humano. Equipes da Secretaria da Assistência Social (Seas) e técnicos do programa Acolher Amapá já estão em campo e realizarão cadastramento socioeconômico de cada família afetada.
Este levantamento detalha o número exato de desabrigados, desalojados e a extensão das perdas materiais. A triagem serve de base para o direcionamento de donativos, emissão de documentos perdidos e a identificação de famílias que necessitam de acolhimento emergencial em abrigos públicos.
Um ponto de apoio foi montado na Escola Municipal Nossa Senhora dos Navegantes, onde as famílias receberão alimentação, água, colchões, kits de ajuda humanitária e atendimento social. O espaço foi estruturado para garantir a segurança e a dignidade dos moradores que perderam suas casas.








