Veja provável relação das vítimas da Chacina em Laranjal do Jari  

O nome das vítimas da chacina ainda não foi confirmado pela Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública.

Segundo informações do 11º Batalhão da Polícia Militar, o grupo de garimpeiros que viajou  ao município de Laranjal do Jari no dia 1º de agosto para negociar terras na região era formado por quatro pessoas: Gustavo Gomes Pereira; Dhony Dalto Clotilde Neres; Jânio Carvalho de Castro e José Nilson de Moura.  

Em Laranjal os quatro garimpeiros foram recebidos por Luciclei Caldas Duarte, o “Tripa”, e o sogro dele, Paulo da Silva Santos, o “Toninho”, seria o dono da área a ser negociada.

Na companhia de Toninho – o grupo seguiu no sábado (2) para a Serra do Catitu para avaliar a terra que seria negociada. Eles permaneceram nessa área até o domingo (3). Na segunda-feira (4), os trabalhadores retornaram para o garimpo de Toninho, onde pernoitaram. Por volta das 8h da manhã de terça-feira (5), o grupo iniciou a viagem de volta para Laranjal do Jari, chegando no porto do Itapeuara por volta de 14h20.

Já no porto, eles ainda iriam dar carona para outra pessoa, identificada como Elilson Pereira de Aquino. Foi nesse horário que um dos empresários enviou uma mensagem para um familiar comunicando o retorno. Segundo o 11º BPM, esse teria sido o último contato das vítimas. 

Na sexta-feira (8) as forças de segurança que atuam na área de conflito entre o município de Laranjal do Jari (AP) e o distrito de Monte Dourado (PA) localizaram seis corpos. 

Mesmo após várias tentativas de contato, o nome das vítimas da chacina ainda não foi confirmado pela Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

Os corpos estão sendo transladados ao Departamento de Medicina Legal (DML) do Amapá, onde passarão por perícia e identificação.

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