Partido Afro se prepara para organizar diretório no Amapá

Atualmente ativo em 15 estados, incluindo Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ), o partido defende os direitos da população negra brasileira

No Amapá o partido tem como dirigente o sindicalista e analista de sistema Marsolio Lima

Fundado em Minas Gerais pelo ativista do Movimento Negro, Weder Bueno, o Partido Afrobrasilidade chega ao Amapá, onde pretende reunir ativistas, quilombolas, trabalhadores rurais, estudantes e lideranças do movimento negro.

O partido nasceu com o propósito de ser um suporte para a população negra, que representa 55,8% da população brasileira, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As pautas da sigla levam em consideração os desafios econômicos, sociais e educacionais desta população. 

Weder Bueno (a direita) presidente nacional do Partido Afrobrasilidade

A legenda encontra-se na fase de legalização e organizando das coordenações regionais. O registro dos atos constitutivos do Partido Afro ocorreu no último dia 11/11/2025.

No Amapá o partido tem como dirigente Marsolio Lima, sindicalista e analista de sistema
A legenda encontra-se na fase de legalização

Atualmente ativo em 15 estados, incluindo Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ), o partido defende os direitos da população negra brasileira e a participação ativa dessa população com representantes nas mais diversdas esferas de poder.

No Amapá o partido tem como coordenador Marsolio Lima, sindicalista e analista de sistema. Lima aguarda a efetiva legalização do partido junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para dar início a organização da legenda no Amapá.

“Estamos aguardando o registro para dar inicio a organização partidária. Assim que tivermos o estatuto e o registro do partido vamos procurar nossas lideranças, o povo quilombola, povo de terreiro pra organizar o partido” afirmou Marsolio.

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