Eleições: Waldez Góes recua de candidatura e Capiberibe adia decisão sobre Senado para junho


Ministro diz que atende convite de Lula e segue no cargo; ex-governador do PSB diz que só definirá candidatura e alianças após diálogo com bases e movimentos sociais

Com a saída de Waldez da disputa e a indefinição de Capiberibe, o quadro para o Senado no Amapá segue aberto

O xadrez político para as eleições de outubro no Amapá ganhou novos desdobramentos nesta semana. O ex-governador e atual ministro Waldez Góes acaba de anunciar que não disputará cargo eletivo neste ano e permanecerá à frente do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

Segundo Waldez a decisão foi comunicada após convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para continuidade no cargo. Em nota, Waldez afirmou que aceitou a missão “com honra e senso de responsabilidade”, destacando que seguirá dando continuidade ao trabalho iniciado em janeiro de 2023.

Permaneço no ministério com o compromisso de dedicação integral ao projeto liderado pelo presidente, trabalhando pelo desenvolvimento do país e pela redução das desigualdades regionais”, afirmou.

Capiberibe aguarda definição

No contexto das decisões, o também ex-governador João Alberto Capiberibe adotou uma postura de cautela sobre uma possível candidatura ao senado. Em declaração ao ConectAmapá, Capiberibe informou que só anunciará em junho se será candidato ao Senado nas eleições de outubro.

Segundo ele, a decisão ainda está em construção:

“Estamos conversando com as bases e movimentos sociais para decidir se concorremos ou não”, afirmou.

O ex-governador acrescentou que não apenas sua eventual candidatura, mas também toda a estratégia eleitoral do Partido Socialista Brasileiro (PSB) no estado será definida nesse período.

Nas redes sociais aliados, simpatizantes e militantes do PSB lançaram recentemente uma campanha em defesa da candidatura do ex-governador.

Cenário

Com a saída de Waldez da disputa e a indefinição de Capiberibe, o quadro para o Senado no Amapá segue aberto, com espaço para rearranjos e fortalecimento de outros nomes que já se movimentam nos bastidores.

Junho deve marcar o momento de definição mais clara do tabuleiro político, especialmente com o posicionamento do PSB e a ausência de um nome de peso como Waldez Góes na disputa.

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